Militares do Exército trabalharão nas obras da ferrovia que liga região leste à oeste da Bahia para acelerar construção.

Militares vão trabalhar nas obras da ferrovia que liga região leste à oeste da Bahia

Militares vão trabalhar nas obras da ferrovia que liga região leste à oeste da Bahia

Militares do Exército vão trabalhar nas obras da que liga região leste à oeste da Bahia, para acelerar as construções na região. O anúncio foi feito pelo ministro da infraestrutura, Tarcísio Gomes, durante uma visita aos canteiros de obras da linha férrea no oeste.

O governo federal quer acelerar o trabalho para entregar a obra pronta até dezembro de 2022. São trechos que o órgão considera que poderiam estar mais adiantados, como o que fica entre São Desidério e Caetité, que deveria ser entregue no final de 2019, mas tem apenas 39% da obra concluída.

A convocação dos militares selecionados vai ser feita nos próximos dias. Eles vão ser deslocados do batalhão que tem sede em Barreiras, para trabalhar nos canteiros de obras dos municípios de São Desidério e Caetité.Militares do Exército trabalharão nas obras da ferrovia que liga região leste à oeste da Bahia — Foto: Reprodução/TV Bahia

Militares do Exército trabalharão nas obras da ferrovia que liga região leste à oeste da Bahia — Foto: Reprodução/TV Bahia

“A nossa ideia é dar um impulso na obra da Fiol. Em pouco tempo, concluir essa obra até 2022, e esse ano fazer a concessão desse trecho de Caetité para Ilhéus”, disse o ministro Tarcísio.

A obra está orçada em mais de R$ 6 bilhões. São 1.022 km de rodovia por dentro do território baiano, com os trilhos passando pela região oeste e leste, até chegar ao sul, no porto de Ilhéus. Quando estiver pronta, a ferrovia vai interligar quatro dos principais estados de produtores de grãos do país: Tocantins, Maranhão, Goiás e Bahia.

“Importantíssimo será quando ela tiver ligação com a norte-sul. Isso, sim, vai dar uma alternativa de transporte na região e os produtores fazem parte da gestão nessa obra. De um modo ou de outro, são nossos produtos para serem transportados de grãos na ida e fertilizantes da volta, mas sim com um possível resultado da industrialização que vai acontecer mais cedo ou mais tarde na nossa região”, explicou Celestino Zanella, presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).

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Trilhos passarão pela região oeste e leste, até chegar ao sul, no porto de Ilhéus — Foto: Reprodução/TV Bahia

Trilhos passarão pela região oeste e leste, até chegar ao sul, no porto de Ilhéus — Foto: Reprodução/TV Bahia

 

 

Fonte/TV Bahia

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